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Os autores desta homepage são Victor Arruda Pereira de Oliveira e Rafael Padovan Monte Alegre.
Nesta Página você encontrará notícias e comentários dos autores.
Textos de Victor Arruda:
O Rei e seus dois Conselheiros
Era 22 Março de 1686, o fiel conselheiro do rei Luis XIV, amanhece morto suspeita-se de envenenamento.
No dia 11 de Maio, depois de várias avaliações a candidatos a conselheiro real,
o rei Luis XIV decide nomear dois homens ao cargo de Conselheiro Real, decidiu que seriam dois, pois caso algum viesse a falecer, já haveria outro que estaria preparado para assumir o cargo sozinho. Os dois homens escolhidos foram Jaques Gartié Mounson e Barthez Dijón. Ambos homens da alta sociedade francesa, inteligentes, cultos e de famílias tradicionais da França.
Barthez era mais velho e seu pai já havia ocupado o cargo de Secretário da Corte, já Jaques, apesar de ser de uma família bem tradicional, era o primeiro homem de sua família a ocupar cargo tão alto na sociedade.
Barthez era mais conservista e era o típico conselheiro que concorda com tudo que o rei diz, jamais faria qualquer coisa que contrariasse a vontade do monarca. Já Jaques era um pouco mais liberal e nem sempre seus conselhos e suas idéias concordavam com as do rei.
Em 17 de Janeiro de 1688, houve uma revolta no centro de Paris. O Rei Luis XIV estava em Toulouse e Jaques estava em Madrid a serviço do rei. Barthez viu-se sozinho e decidiu tomar a decisão por suas próprias mãos. Ordenou que a Guarda Real marcha-se sobre Paris e acabasse com os revoltosos, neste dia morreram mais de 500 homens inocentes, que só lutavam por condições dignas de vida para si e para suas famílias, que apenas queriam alimentar seus pequenos filhos que morriam de frio e fome no tenebroso inverno francês.
Quando Luis XIV retornou de sua longa viagem parabenizou Barthez pela sua ação praticada, já Jaques achou totalmente errado o que Barthez fez, pois Jaques defendia os ideais de sua pátria e de seu povo, enquanto Barthez era um verdadeiro “paga-pau” do rei.
Neste mesmo ano, em Julho o Rei Luis XIV foi para seu castelo de verão em Nice. Barthez e Jaques ficaram em Paris, substituindo o rei que estava viajando. Em 21 de Julho de 1688, 1.500 revoltosos cercaram o Tribunal de Justiça de Paris, reenvidicando terras para morarem e alimentos decentes para comer. Barthez logo chamou a Guarda Real para esmagar rapidamente a revolta. Já Jaques cancelou a ação de Barthez de chamar a Guarda Real, e decidiu tentar conversar e fazer com que a situação acabasse com paz e justiça. Barthez, com seu espírito totalmente de opressor, foi acompanhado de muitos soldados para o Tribunal e deu ordem a seus soldados começarem a matança. Jaques, indignado com a decisão de Barthez, decidiu lutar ao lado dos revoltosos por justiça e liberdade, direito de todo ser humano.
Os revoltosos foram mortos e Jaques foi preso, e quando Luis XIV voltou de suas férias promoveu Barthez a Duque de Rouen e a Ministro das Finanças da França, e em 9 de Setembro de 1688, mandou enforcarem Jaques em praça pública.
Jaques morreu, mas as idéias de liberdade, justiça e igualdade para todos passaram a ficar cada vez mais vivas na mente do povo francês.
Moral: Mais vale um homem morto, mas que foi morto lutando por liberdade, por direitos iguais para todos e não aceitando a opressão, do que um duque que não era nada mais que um “paga-pau” do rei.
VICTOR ARRUDA PEREIRA DE OLIVEIRA
Os Opressores e os Oprimidos
O sol brilhava na janela do Palácio de Inverno, em São Petesburgo.
Em 7 de Outubro, de 1911, amanhecia mais um dia para o czar russo, Nicolau II
Seu “simples” quarto, com apenas uma cama de casal folhada a ouro, as maçanetas da porta, as cadeiras, as cortinas, tudo era detalhado em ouro e prata.
Mesmo assim o soberano não estava satisfeito, reclamava que sua vida estava sendo monótona e que ultimamente estava muito cansado, em sua árdua tarefa de governar o vasto império russo.
Resmungava, pois sua rotina era sempre cansativa, jantares com duques, ministros, e diversos membros da nobreza e da burguesia russa.
E não sabia como alguns operários e trabalhadores russos ainda tinham a ousadia de organizar greves e manifestações contra sua pessoa, pedindo melhores condições de vida.
Se ele, o próprio czar não tinha uma vida boa, porque os operários, considerados por ele inferiores, mereceriam uma vida melhor e mais digna? Afinal ele acreditava em ter sido escolhido por Deus, para ser o imperador, e se via totalmente merecedor de todos os privilégios da vida.
Na mesma manhã, às quatro horas e vinte minutos, o barqueiro do rio Volga, Vladmir Braksllava
acordava antes do sol nascer, mas até que estava contente pois ainda era Outubro, e as manhãs eram um pouco mais quentes, já que no inverno ele estava acostumado com temperaturas de
-10ºC a -30ºC, esta manhã de 7 de Outubro estava bem quente, a temperatura era de 11ºC.
Sua casa de madeira construída com o suor de seu corpo, ficava em uma vila, próximo a Kazan. Ele iria começar a trabalhar, antes do sol nascer e estava satisfeito pois hoje ele e seus colegas só teriam de puxar 6 barcos, ele também não estava doente, coisa que era comum, para uma classe social que recebia péssimos salários e se alimentava mal, pois o dinheiro não dava para comprar nada e tinha de enfrentar o tenebroso frio do inverno russo, sem estar com vestimentas adequadas.
Os barqueiros do Volga, eram espécies de animais de carga que puxavam os barco até as margens do rio, e se um deles caísse doente, recebia seus miseráveis rúblos e era largado, como gado doente, as margens do Volga.
Mas, mesmo assim ele estava satisfeito, pois sabia que certo dia tudo iria mudar, que a humanidade ficaria madura e não exploraria mais os fracos e oprimidos, as minorias étnicas e viveriam em um mundo de justiça e paz.
Pois tinha o conhecimento de que era possível viver em uma sociedade igualitária, onde todos são iguais, e tem direito a vida e a liberdade.
Sabia que muitos, da elite certamente, criticariam certas sociedades com medo de perder seu patrimônio e teriam argumentos como por exemplo:
Numa sociedade em que um homem ganha o mesmo se produzir dez peças em uma indústria ou cem peças, que estímulo ele terá para produzir mais?
E Vladmir sabia que os homens desta nova sociedade seriam sábios e não produziriam por ganhar mais ou menos, e sim para continuarem vendo seu país prosperar e sua vida continuar no mesmo rumo.
Victor Arruda Pereira de Oliveira, 8 de março de 2002
Meu candidato à presidência da República
Falar em sucessão presidencial, é um assunto que tem de ser falado com muito cuidado, pois afinal, vamos escolher o representante da nossa tão amada nação para os próximos quatro anos.
Para se compreender melhor o presente é preciso olhar com cuidado e atenção aos fatos acontecidos no passado, assim como os fatos que estão acontecendo agora refletirão no futuro.
Em Novembro de 1989 o segundo turno das eleições presidenciais foi disputado entre os dois primeiros colocados no primeiro turno, Luis Inácio Lula da Silva(PT) e Fernando Collor de Mello(PRN).
O primeiro representava as forças de esquerda, os sindicalistas da CUT, as lideranças ligadas aos movimentos sociais urbanos e rurais, o segundo contou com o apoio da mídia, especialmente da Rede Globo, da poderosa Federação da Indústria de São Paulo(Fiesp), dos bancos(Fenaban) e dos latifundiários. Contou ainda com o apoio de Sarney, de maneira disfarçada, pois só poderia prejudicar o candidato Collor se seu nome aparecesse ligado ao governo.
O resultado e as conseqüencias da escolha dos eleitores, hoje todos nos sabemos e afirmo com plena consciência de que se Lula tivesse vencido, hoje o Brasil não teria uma mortalidade infantil, de 4,2%, o que o deixa lado a lado com países da África e não teriámos uma expectativa de vida de apenas 68 anos.
Nas eleições de 1994, novamente, o batalhador Lula, perde para Fernando Henrique Cardoso, que no seu primeiro mandato teve uma aprovação superior a 60% e foi reeleito. Em pesquisas realizadas em agosto de 2001, FHC teve apenas cerca de 20 % de aprovação. Mas o que será que FHC fez, para que em apenas três anos, descesse de 60% para 20% de aprovação ?
O que FHC fez, foi simplesmente esquecer de seu povo, pois com certeza deveria estar muito ocupado, em saber o preço do Brasil na bolsa de Nova Iorque, em saber quando e por quanto iria vender a Floresta Amazônica e como iria privatizar Deus, além de suas “simples” viagens para o exterior. Só em 2002, FHC já fez “suas férias” em mais de 6 países e calculasse que a cada dez dias, FHC passa apenas quatro em Brasília.
Afinal elegemos um presidente para fazer pelo povo e trabalhar por seu país, ou para ser turísta, ou guia de viagens?
Lógico que sei da necessidade de representar o Brasil no exterior, pois somos apenas mais uma “colônia do sul”, entre as tantas que os imperialistas já exploram.
Mas a verdade, infelizmente é que, direta ou indiretamente “o império do norte” manda em nós e daí vem a necessidade de provar para eles e para os europeus que nos não somos macacos.
Afinal, temos de nos orgulhar, pois graças a FHC agora os europeus e os norte-americanos já nos chamam de “primatis-evolutis”, ou seja macacos evoluídos e já reconhecem o Brasil, a única diferença é o nome que eles adotaram “The Bananas Federal Republic”.
Acho que nas próximas eleições, como cidadãos desta abençoada nação, temos obrigação de escolher a pessoa certa para nos representar e não para representar o FMI ou a OMC.
Vamos escolher quem tranformará o Brasil em uma nação digna de se viver, onde os
trabalhadores, verdadeiros construtores do Brasil não sejam mais explorados, vamos escolher um governo que diga não aos imperialistas e mereça o voto do povo, ou seja vamos dar uma chance, para um verdadeiro trabalhador desta nação, que sofreu o que milhares de brasileiros sofrem todo dia, que comeu arroz pela primeira vez quando estava doente, que veio para São Paulo, na boleia de um caminhão de bóias frias tentar uma vida mais justa e digna, que é autodidata, ou seja conseguiu tudo com o suor de seu trabalho e hoje apenas nós pede uma chance para provar do que é capaz, pois o meu sonho é o mesmo que o dele, que um dia todos os brasileiros possam dormir sossegados, sem pensar nas crianças que não tem onde morar nem o que comer e quando estivermos em terras distantes e nos perguntarem de onde somos, possamos gritar em brado forte, dizendo BRASIL.
Victor Arruda Pereira de Oliveira, 18 de Março de 2002
A ILHA DE APRILSOUTH
Em 17 de Fevereiro de 1683, por decisão do Almirante George Makkail, a Armada Real Inglesa, parte à Índia, o Almirante Makkail decide ir via América do Sul e desbravar o Pacífico.
Partiram de Liverpool, cinco Galeões, cerca de 400 homens se despediam de suas famílias no porto.
Depois de passarem por Dakar, costa ocidental da África, Rio de Janeiro, Buenos Aires e enfrentar os fortes ventos do Estreito de Magalhães, no extremo sul da América do Sul, entram no Pacífico.
Em 29 de Abril, depois de mais de dois meses de viagem, o Almirante Makkail, avista uma ilha, e a nomeia de Ilha de Aprilsouth, pois o mês era Abril e a ilha se localizava à 23ºSul.
A ilha era rica em madeira, diversos frutos e possuía uma fauna e uma flora espetacular.
Por decisão do Almirante Makkail, a Armada Inglesa permanece seis dias na ilha, e depois retorna à Inglaterra, para informar a grande descoberta.
Novas expedições são enviadas à ilha no final do século XVII.
Em 1711, na Ilha de Aprilsouth, é fundada a cidade de Capricorntown, pelo conquistador inglês Robert Scout. Nesta região da ilha, batizada como Capricorntown, já viviam cerca de duas mil pessoas, a cidade possuía uma igreja anglicana, um forte com 70 soldados ingleses, uma praça central, uma cadeia e uma sede administrativa.
O objetivo dos ingleses em enviar Robert Scout, era de povoar rapidamente a ilha, que até então só tinha quatro mil pessoas e não estava dando lucro nenhum aos ingleses.
No final do século XVIII, a ilha já tinha 75 mil habitantes, a agricultura de produtos tropicais,
tais como tabaco, cana-de-açúcar e diversas frutas, estavam dando um enorme lucro aos ingleses, isto sem falar no minério de aço e carvão que a ilha possuía.
Em 1806, um jovem chamado Edward Greige, filho de comerciantes ingleses, nascido na Ilha de Aprilsouth, começa a incentivar os trabalhadores da ilha, para uma ruptura com a Inglaterra e para a proclamação da independência da ilha. Seu movimento vai ganhando força aos poucos, mas bem vagarosamente, pois os comerciantes ingleses queriam continuar explorando os colonos de Aprilsouth e reprimiam qualquer revolta ou manifestações por liberdade, direito de todo ser humano.
Em 1809, a Corte inglesa, determinou uma taxa de imposto aos colonos da ilha, chamada de “O quinto de Aprilsouth”. A taxa determinava que um quinto de tudo que fosse produzido na ilha, iria para o tesouro inglês, mas a taxa era válida apenas para os cidadãos aprilsoutianos.
Com essa taxa, o MLIA(Movimento pela Liberdade e Igualdade de Aprilsouth), fundado por Edward Greige, ganhou um grande apoio de todos os colonos.
Greige, era muito religioso, e pediu ajuda a um padre amigo seu, chamado Arthur Larssen, para que a igreja apoiasse o seu movimento.
Arthur concordou, e ele próprio começou a participar das reuniões do MLIA.
O governador geral, de Aprilsouth, Richard Englis sabia que havia este movimento secreto, mas não sabia quem o liderava, decidiu então pedir ajuda ao padre Arthur, pois todos na ilha iam a igreja e Arthur, seria a pessoa mais indicada para o ajudar.
Inicialmente Arthur disse não ter conhecimento de tal movimento. Mas quando o governador Englis, desconfiado do padre disse que todos os envolvidos iriam ser decapitados, por crime de traição contra a Coroa e disse que a pessoa que denunciasse o movimento, teria seu crime perdoado e ainda ganharia libras, títulos e poder, o padre com medo de ser descoberto e com ânsia de ganhar miseráveis e corruptos títulos, confessou tudo ao governador, inclusive o local onde o movimento se reunia e quem era seu líder. Edward Greige foi preso em 9 de Fevereiro de 1810.
Foi condenado por um tribunal inglês em Capricorntown, por vários crimes injustos, como traição a Coroa, prática de satanismo, roubo e homossexualismo. Foi torturado em praça pública para confessar os crimes, caso confessasse, seria levado a Inglaterra e ficaria preso por uns 30 anos e se não os confessasse, seria decapitado em praça pública. Pelo bem de seu movimento, pela sua lealdade aos seus companheiros, e por seu sonho de ver sua nação livre do imperialismo inglês não confessou nenhum crime e antes de morrer, gritou bem alto: “Justiça, Liberdade e Igualdade para o povo de Aprilsouth”. Edward Greige morreu, mas deixou as idéias de liberdade e igualdade para seu povo, que liderados por seu irmão, Frederich Greige, em 14 de Junho de 1811, fizeram uma revolução, que deu a independência a Aprilsouth.
Projeto de lei: “SOLIDARIEDADE ESTUDANTIL”
Quando comecei a pensar em que projeto de lei eu iria fazer, três principais fatores me chamaram a atenção:
1º O projeto tinha que ser objetivo e atingir, de certa forma, grande parte da sociedade, atendendo, principalmente, a população carente que, sem dúvida, é quem mais precisa de ajuda.
2º O projeto tinha de ser possível de ser implantado, pois boas idéias e propostas qualquer político tem, entretanto, o grande desafio está em elaborar propostas que sejam realmente possíveis de serem implantadas e viáveis economicamente.
3º O projeto tinha de ser auto-sustentável, pois o governo já tem muitas dívidas e contas a pagar, e por melhor que seja a idéia, é preciso que ela seja auto-sustente para ser realizada.
O projeto “SOLIDARIEDADE ESTUDANTIL” tem, como principal objetivo, incentivar a solidariedade e o trabalho voluntário para que, juntos, população e governo, consigam construir um mundo melhor.
O projeto seria efetivado da seguinte maneira:
Haveria um decreto, ou lei, para que todos os colégios, estaduais, municipais ou privados, incluíssem em seus curriculum, três dias letivos por ano, para ajudar a sociedade.
Os alunos participantes seriam todos aqueles matriculados no ensino médio, das 1as., 2as. e 3as. séries.
Os alunos, de maneira alguma, seriam obrigados a participar de tais atividades, que seriam voluntárias, para não incorrer em atitude anti-democrática e contrária à nossa constituição. Ou seja, embora alertados que tais atividades melhorariam a sociedade e o país, estas seriam voluntárias e poderiam ser estipulados prêmios individuais, ou por colégio, pela participação, como uma forma de incentivo.
Além do prêmio (para a Instituição de Ensino, por exemplo), seria entregue a cada aluno participante um certificado pelos trabalhos prestados.
Os professores, por seu turno, em ajuda à sociedade, teriam o dever de incentivar seus alunos a participarem de tais atividades, tentando atrair cada vez mais estudantes para o trabalho voluntário.
As atividades prestadas voluntariamente pelos alunos, seriam efetuadas em comunidades carentes, tais como: favelas, creches, hospitais, asilos ou qualquer outro estabelecimento onde o trabalho voluntário seria útil.
As atividades prestadas voluntariamente pelos alunos, seriam atividades tais como: palestras sobre cidadania, saúde, anti-drogas, higiene básica, meio ambiente, cultura, debates abordando temas da atualidade e qualquer outra palestra que for útil à sociedade, além de atividades de lazer para aqueles que não têm condições de obtê-lo. Por exemplo, leitura de livros em asilos, para idosos abandonados que não podem ler, etc.
Os benefícios trazidos com este projeto seriam incalculáveis. E prestigiariam todas as partes.
As sociedades carentes estariam melhor protegidas e informadas, obtendo, assim, um padrão de vida bem melhor; os voluntários, por sua vez, teriam, primeiramente, seus corações aquecidos e teriam a certeza de que realmente ajudaram, pois é muito comum entre os jovens ouvir-se reclamações sobre o governo, o sistema e a sociedade, sem, no entanto, nada fazerem de concreto para alterar esta situação. E, ainda, com a criação deste projeto, estaríamos conscientizando os jovens que é necessário, contribuirmos para uma sociedade mais justa, mais igual e mais digna de se viver, sendo necessário uma atitude inicial, que parta de cada um. Os alunos também conviveriam com a realidade da vida. As atividades voluntárias, ajudariam a decidir que profissão escolher e ajudariam a ver que nem sempre podemos escolher a profissão que queremos, pois temos também de ver como iremos ser mais úteis à sociedade.
Tenho certeza, e afirmo isso com plena responsabilidade, que, se tal projeto for transformado em lei, todos os nossos filhos irão ter um mundo e um Brasil diferente, mais digno, mais justo, mais seguro e mais igual, afastada a violência que a desigualdade econômica e falta de educação e cultura proporcionam.
Pois é plantando que se colhe, e este projeto seria uma semente que, em um breve futuro brotaria e ficaria forte, realizando o sonho de muitas pessoas de bem, o sonho de um dia, todos nós conseguirmos colocar a cabeça no travesseiro e irmos dormir com nossas consciências limpas, sabendo que não há mais nenhuma pessoa sem comida, sem abrigo, sem acesso à educação e sem segurança, direito de todo ser humano.
“SE NÃO FORMOS NÓS, QUEM?” “SE NÃO FOR AGORA, QUANDO?”
São Paulo, 3 de Abril de 2002
Victor Arruda Pereira de Oliveira
A Burguesia faz a fome
Ora, se para existir pessoas ricas e poderosas, é necessário haver pessoas miseráveis e que são exploradas, por que não acabar com a riqueza e com a exploração?
Isto não acaba, pois é o 1º regimento do capitalismo. Isto é comprovado, por exemplo por um empresário, dono de uma grande indústria, que "emprega" 80 pessoas.
Para ele poder sustentar sua mansão, sua casa na praia, suas propriedades rurais e seus diversos caprichos materialistas e conseguir trazer felicidade para sua mulher e seus filhos, pois na sociedade burguesa apenas o material trás felicidade, ele precisa explorar 80 pessoas(empregados da indústria), mais 15 pessoas(empregados das propriedades privadas) e conseqüentemente, para garantir seus privilégios, mais de 300 pessoas sofrem, pois não sofrem apenas seus empregados, vítimas da exploração, como também sofrem as famílias dos empregados, pois os baixos salários pagos aos empregados, ou melhor, aos explorados, não dá para pagar a comida, o aluguel e os materiais escolares de seus filhos. Isto quando Deus os abençoa, e conseguem encontrar vaga em uma escola pública.
Conseqüentemente, seus filhos, sem poderem ter uma infância e uma educação digna, cresceram e continuaram, assim como seu pai a ser explorado pela burguesia, e não irão poder dar uma vida digna para seus filhos, que conseqüentemente será, novamente explorado pela burguesia.
Assim se mantém o capitalismo, regime da sociedade atual, e se mantém a burguesia, a maior culpada pela fome.
É HORA DE REVOLUÇÃO!!!
É HORA DE ACABAR COM A BURGUESIA E COM A EXPLORAÇÃO!!!
Victor Arruda Pereira de Oliveira, 22 de abril de 2002
Drogas: Reflexo do capitalismo
A noite cai, o dia vive. Estou ligado, ando na linha e sei quando estou errado. Fique ligado porque sabe o que faz, fuma um beck, cheira e algo mais.
Agora eu me pergunto o por que disto tudo. Vem uma resposta rapidinho, é um submundo mais é o modo onde iram te acertar, eu me garanto, no que falo pode acreditar.
Na periferia quem domina é a nossa cola e no bairro nobre está pouco atrás da hora, ao mesmo tempo a cocaína reina no Morumbi, pois é cara. Nas favelas o crack é que manda, mas pode crer a burguesia vai pagar por fuder a sua vida. Viva a sociedade alternativa. Todos têm o mesmo direito de viver.
DIGA NÃO ÀS DROGAS
O Capitalismo
O capitalismo é bom para os ricos, será?
Talves, piruas compram Louis Vuitton mas têm medo de sair na rua, pois podem ser assaltadas. O bandido é fruto do capitalismo. Os corruptos roubam milhões de todos nós, mas os ladrões pobres roubam para comer e vão presos, encarcerados. Enquanto os políticos recebem apenas alguns processos, mais por serem ricos e poderosos, jamais ficam atrás das grades, ao invés disso viajam para o extarior e abrem contas na Suiça. Onde está a JUSTIÇA?
Rafael Monte Alegre, 22 de abril de 2002
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